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| Coisas para a Escola |
17-11-2007
O professor da escola pública de hoje confronta-se, muitas vezes, com um grupo de alunos desinteressado, desmotivado, barulhento, indisciplinado, sem qualquer vontade de aprender. Assistimos a aulas que decorrem numa mágoa constante, em que o professor passa o tempo quase completo da aula a educar os alunos para o saber estar em sala de aula. Não se consegue ensinar verdadeiramente os conteúdos, nem se conseguem fazer experiências ou implementar um ensino diferenciado ou voltado para a prática porque, simplesmente, os alunos não colaboram. As aulas são momentos de angústia e de desilusão para o professor, dado que este se interroga sobre o que acabou de transmitir ou de ensinar aos seus alunos após uma sessão de aula. Na verdade, muito tempo foi utilizado a pedir aos alunos para terem atenção, para não conversarem e não fazerem barulho, para lerem o texto, para realizar as tarefas da aula, enfim, aquilo que é puramente elementar de fazer numa aula. Neste sentido, que futuro nos espera? Hoje em dia assistimos a um grande consenso público acerca do uso das novas tecnologias na educação. Muitas vezes nem sabemos do que estamos a falar e caimos numa onda de opinião geral. De facto, é preciso ter consciência da verdadeira utilidade prática e funcional que as novas ferramentas tecnológicas colocam nas mãos dos educadores, professores e formadores. E, talvez, mais importante ainda, é sabermos o impacto de formação e de aprendizagem que tais novos usos fomentam ou desenvolvem em quem aprende ou estuda. Daí que surge a questão: será que as tecnologias da informação e da comunicação têm importância para quem estuda, quem ensina e quem aprende hoje? E qual é essa importância? 20-10-2007Com este site de blog abre-se a grande possibilidade de participares livremente. Assim, podes inserir comentários ou artigos, dar opiniões. Utiliza este espaço para comentares e desenvolveres as tuas capacidades.
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