IntroduçaoA série Call of Duty, desde que fez a sua apariçao no mercado, conquistou os jogadores. Se o primeiro e segundo titulo ofereceram uma experiência sólida, o terceiro nao se pode orgulhar disso. A 2ª Grande Guerra estava gasta, sem interesse e muito vista. Ciente disto, a Infinity Ward assume os comandos da produçao no 4º jogo, trazendo a público um produto memorável e extremamente bem feito.
História![[Imagem: call-of-duty-4.jpg]](http://www.gameover.es/files/2008/02/call-of-duty-4.jpg)
Pela 1ª vez, Call of Duty transporta-nos para cenários de guerra actuais. Num futuro nao muito distante, uma força de separatistas radicais armados até aos dentes, liderados por Al-Asad, decidem revoltar-se contra o seu país, financiados balisticamente por Imram Zakhaev. Na sua posse, várias armas nucleares estao em jogo. No papel de "Soap" MacTavish, dos SAS britânicos, e de Paul Jackson dos Marines Norte Americanos, vamos fazer frente a esta ameaça, em vários cenários diferentes.
Gráficos![[Imagem: Call_of_Duty_4_Modern_Warfare_Pi-12.jpg]](http://img.photobucket.com/albums/v298/LXrDKhaXZ/Call_of_Duty_4_Modern_Warfare_Pi-12.jpg)
Os gráficos deste 4º titulo sao algo de uma beleza incrivel. Excelentes cenários, óptimos modelos de personagens, armas quase fotorrealistas, explosoes perfeitas e jogos de luz muito bonitos. Nas snipers até podemos ver o cenário que está atrás de nós na mira, tudo em tempo real. Mesmo com todo o ecran cheio (coisa que é uma constante) nao há um decréscimo na framerate.
Jogabilidade
Um dos pontos fortes do jogo. O comando da 360 adapta-se na perfeiçao, temos controlos precisos, miras precisas, uma óptima distribuiçao de botoes...neste campo, tudo absolutamente intuitivo e sólido. Os velhos indicadores de dano e de granada contiuam a marcar presença, e verao que é extremamente satisfatório queimar uns doi ou três inimigos com uma granada devolvida por nós.
SomSe os gráficos sao bons, entao nao podiam estar melhor acompanhados que por um som absolutamente fantástico. Uma óptima componente orquestral, óptimas vozes, sobretudo dos nossos inimigos. Eles reclamam em russo, bastante desesperados quando estao debaixo de fogo. O som das armas é brutal, das explosoes...tudo. Nao há falhas.
MultiplayerAcham que tudo o que foi referido até agora basta? Talvez sim, mas falta referir o Multiplayer, que dava para fazer um texto ainda maior. Este é, na minha experiência, o melhor que alguma vez joguei. A simplicidade da jogabilidade da campanha principal está aqui, elevado a um nivel excelente.
Temos um bom valor de replay no multiplayer, é infinito, com a possibilidade de ascender nas mais variadas classes, que já sao uma nuance neste género de jogos. Temos muitas armas para ganhar, perks...podemos inclusive criar as nossas classes personalizáveis. Tudo isto em mapas extremamente bem feitos.
De resto, posso referir o ritmo de jogo que é brutal. Por vezes, temos um apocalipse aos nossos olhos. Apetece esperar a um canto que tudo passe, tamanha brutalidade e ritmo com que tudo acontece.
Por fim, falta referenciar os momentos marcantes. Cheguem ao nivel em que explode a bomba nuclear e saberao do que falo. Como se a explosao nao fosse marcante o suficiente, ainda podemos controlar o nosso Marine nos seu último suspiro de vida, ao ver um cenário apocaliptico à sua volta, e os seus companheiros todos mortos. Absolutamente fantástico e brutal.
Gráficos: 10/10- Absolutamente belo.
Jogabilidade: 10/10- Super intuitiva e soberba. Deveria ser um standard.
Som: 10/10- Óptima música, óptimas vozes, óptimos sons de disparos e explosoes. Nao é menos do que fantástico.
Longevidade: 10/10- A campanha é curta, mas o online é infinito. Tudo resumido, nao posso dar menos do que nota máxima.
Conclusao: façam um favor a vocês próprios. Joguem-no. Porque definitivamente vale a pena.
Nota final: 10/10- Perfeito.