Saltar para o conteúdo principal

Magia da Música

Procurar
Home page
A minha Escola
A minha página
Espaço Wiki
Jogos
Powerpoint
Brincando
Chat
Audições
Canções da Disney
Trab. alunos
  

 ..

 .

Nova página 1

JOGO DIDÁTICO INTERATIVO - Os Instrumentos da Orquestra
 
 
 
 
 
Joga e aprende sobre os instrumentos da orquestra
 
 
PARA JOGARES, CLICA AQUI
Símbolos natalícios
PRESÉPIO

A tradição do presépio começou no século XIII, quando São Francisco de Assis, instalou, dentro de uma gruta, um presépio onde colocou uma imagem do Menino Jesus, e ao lado um boi e um jumento vivos. Neste cenário celebrou-se a missa de Natal de 1223. O sucesso foi tão grande que o costume de montar presépios, usando pequenas figuras, se espalhou rapidamente pela Itália e por toda a Europa. No Brasil entrou por iniciativa do frade franciscano Gaspar de Santo Agostinho.

arvore
ARVORE DE NATAL

A origem da Árvore de Natal se remonta a um ou dois milênios antes de Cristo. Naquele tempo muitos povos indo-europeus que estavam se espalhando pela Europa e pela Ásia, cultuavam as árvores como a expressão das forças fecundantes da natureza. Inicialmente o "roble" (carvalho) era considerado a árvore-rei. Como no inverno perdia as folhas, seus galhos eram cobertos de adornos para compensar esta perda. Segundo uma lenda, no século VIII, quando um "roble" "sagrado" venerado pelos pagãos caiu sobre um abeto que, apesar do golpe, ficou de pé, este foi proclamado a "Árvore do Menino Jesus". Tomou-se sua forma triangular como símbolo da Santíssima Trindade. Mas, a atual árvore de Natal se originou na Alemanha por volta do século XVI. Só no século XIX começou a espalhar-se pela Europa e depois pelo resto do mundo. A ornamentação da Árvore de Natal tem seu precedente nos antigos adornos do '"roble".


ENFEITES DE NATAL:

SINOS

Os sinos são símbolos de júbilo e alegria pelas festas de Natal. Com elas se enfeita não só a árvore de Natal, mas também as portas das casas, etc. Várias canções de Natal falam dos sinos como manifestação desta alegria natalina.

VELAS

As velas, agora substituídas por lâmpadas e pisca-piscas, são um importante símbolo do Nascimento de Jesus, que é a Luz do Mundo. Uma vela acessa simboliza não apenas a Luz de Cristo, mas também a luz que cada um deve projetar na sua própria vida e nas dos demais. Simbolizam também a purificação. As velas estão muitas vezes adornadas com fitas, desenhos, etc. Alguns comentadores chegam ao ponto de dar a cada cor um simbolismo especial. Assim:

Velas vermelhas: representam Isaías, o profeta da vinda de Jesus.

Velas azuis: representam João Batista, precursor do Messias.

Velas rosas: representam a Mãe de Jesus.

Velas Amarelas: representam a realeza de Jesus.

ESTRELAS

As estrelas que costumam ornamentar a Árvore de Natal tem sua origem na Estrela que orientou os Reis Magos a caminho de Belém. Ao mesmo tempo recordam as estrelas que brilhavam na noite em que Jesus nasceu.

BOLAS COLORIDAS

Antigamente eram maçãs as que ornamentavam a Árvore de Natal, substituídas pouco a pouco, a partir do século XVIII, por bolas coloridas. São símbolos da abundância e das boas obras.

PINHAS

As pinhas, onde estão ocultas as sementes do pinheiro, simbolizam a imortalidade.

MEIAS

Em Patras, cidade onde nasceu São Nicolau, havia três irmãs cujo pai estava arruinado. Por isso elas não tinham dote para se casar. O pai, então, muito contristado, decidiu, segundo o costume da época, vendê-las à medida que chegava a idade de casá-las. Quando ia ser vendida a primeira, São Nicolau ficou sabendo do que acontecia e, de noite, aproximou-se às escondidas da janela da cozinha da casa das irmãs, abriu-a, e vendo uma meia pendurada a secar junto à lareira sob a chaminé, jogou dentro uma bolsa cheia de moedas de ouro. A mesma coisa fez com a segunda irmã. O pai, admirado, quis descobrir o que estava acontecendo, e, quando chegou a vez da terceira irmã, ficou espiando durante toda a noite. Dessa maneira reconheceu o bispo Nicolau e contou a todo o mundo a sua generosidade. Esta lenda deu origem à sua fama de distribuidor de presentes e às meias como lugar de recebê-los.


CARTÕES DE NATAL

A origem dos Cartões de Natal se deve a um jornal de Barcelona que, em 1831, inaugurou o uso da litografia no jornal, imprimindo um cartão para desejar um Feliz Natal a seus leitores. Este costume espalhou-se com rapidez, usando litografias onde se deixava um espaço para escrever algumas palavras. Em 1870, a introdução da cor em esta técnica revolucionou este tipo de Cartão de Natal. Por outro lado costuma atribuir-se ao inglês Henry Cole a confecção do primeiro cartão, em 1843, 12 anos depois do jornal espanhol, com os dizeres: Feliz Natal e próspero ano novo".


CEIA DE NATAL

A ceia de Natal é uma maneira de celebrar em família o Natal. Como na Europa o Natal cai no inverno, o frio e a neve convidavam também a uma celebração natalina ao aconchego do lar. O Natal sempre teve um sentido muito familiar.


A MISSA DO GALO

Este é o nome com que se conhece a missa de Natal celebrada à meia noite do dia 24 para o 25. Segundo uma tradição popular, foi o galo que anunciou ao mundo o nascimento de Jesus. O costume de anunciar o nascimento dentro das igrejas com o canto do galo, real ou imitado, durou muitos séculos. Esta missa surgiu no século V e era uma celebração jubilosa.


PRESENTES

Os primeiros a receberem presentes de Natal foram os servidores públicos, carteiros, guardas, lixeiros, etc., como um agradecimento das pessoas pelos serviços prestados. Pouco a pouco, este costume foi estendendo-se às outras pessoas a quem se desejava um Feliz Natal, acrescentando algum presente. As crianças também começaram a receber brinquedos como presente de Natal, em geral como prêmio ao seu bom comportamento durante o ano. Os presentes de Natal se converteram num dos aspectos mais populares destas festas, afastando-se muitas vezes do sentido religioso do Natal. Segundo a tradição de cada país, os presentes são trazidos pelo próprio Menino Jesus, pelos Reis Magos, por São Nicolau, por Santa Claus, por Papai Noel...


OS REIS MAGOS

Ainda que sua festa só se celebra no início de janeiro, tem uma relação muito forte com o Natal. Os chamados Reis Magos, eram inicialmente representados como dois, quatro ou seis personagens, que eram apenas "magos". A partir do século IV prevaleceu o número de três e somente no século VI aparece o título de "reis". No século XVI surgiram as características raciais, identificando-os com os filhos de Noé, Sem, Cam e Jafé, que, após o dilúvio povoaram toda a terra. Assim Baltasar, negro, representa a África. Melquior, branco, a Europa, e Gaspar, a Ásia.

Os Reis Magos que levaram seus presentes, OURO, INCENSO e MIRRA, ao Menino Jesus, se tornaram posteriormente também portadores de presentes, em geral limitados a necessidades da vida quotidiana, como alimentos, guloseimas, etc. Só no século XIX, os Reis Magos se tornaram distribuidores de presentes às crianças.

OURO

O ouro, considerado um "metal nobre", desde os tempos mais antigos, simboliza a realeza: poder, majestade, riqueza...
- Oferecendo OURO ao Menino Jesus, os magos reconheciam sua Realeza. Esta Realeza, unida à sua Divindade (veja mais adiante "INCENSO"), recorda o Reino de Deus que Ele anunciaria durante os três anos de sua vida pública...

INCENSO

O incenso é uma resina produzida por algumas árvores orientais. Pura ou misturada com outras resinas ou produtos aromáticos, era queimada enchendo o ambiente de agradável aroma. Seu uso era freqüente como símbolo de adoração a Deus e das orações que, como a fumaça do incenso, subiam aos céus. Mas também era usado como purificador de espaços fechados, como é o caso do antigo e famoso "Botafumeiro" da Catedral de Santiago de Compostela (Espanha).
- Oferecendo INCENSO ao Menino Jesus, os magos reconheciam sua Divindade e o adoravam...

MIRRA

Como o incenso, a mirra é uma resina. Ela é produzida por uma espécie de espinheiro. É amarga e produz a quem a consume, efeito anestesiante. O evangelista Marcos (15,23) conta que os soldados que crucificaram Jesus, ofereceram-lhe vinho misturado com mirra... Mesmo que às vezes é apresentada como símbolo da imortalidade, porque era usada para embalsamar os corpos, simboliza o ser humano, sua fragilidade, seu sofrimento, suas dores, suas amarguras, etc... Enfim, a vida mortal tal como ela é...
- Oferecendo MIRRA ao Menino Jesus, os Magos reconheciam nele o Deus-Homem, que, como ser humano, estava sujeito a todas as contingências humanas...

fonte: http://www.muraljoia.com.br/02csimbolnatal.htm
Filmes antigos
 

 

Gostas de filmes antigos?

Que tal relembrar filmes dos anos 70, com o nome dos atores e atrizes que fizeram suspirar tanta gente?

Está tudo neste site, consulta e diverte-te

 

CLICAR AQUI

Os instrumentos do Mundo
APRESENTAÇÂO DINÂMICA.

Nesta apresentção podes rever os instrumentos do Mundo, vendo algumas imagens e assistindo a youtubes. Podes aumentar ou diminuir a imagem mexendo nos  botões do lado direito ( + - ) 
 
 
Esta é mais uma ferramenta para poderes consolidar os teus conhecimentos acerca deste TEMA, no Wikispace.
 
 
 
VERIFICA OS TEUS CONHECIMENTOS
 
Teste sobre os Membranofones
 
 
Teste sobre os Idiofones
 
 
 
Teste sobre os Cordofones
 
 
 
Web Quest sobre os Instrumentos Tradicionais
 
 
Web Quest sobre os instrumentos Musicais Portugueses
 
 
Faz a ficha
 
 
 
Sopas de Letras - Encontra os 8 instrumentos Musicais
 
 
 
Constroi o Puzzle
 
 
Músicas do ano em que nasceste
Encontrei Uma Juk Box com músicas de 1040 até 1999, um excelente acervo de músicas para os mais crescidinhos e para os nostálgicos.
Se queres ouvir músicas do ano em que nasceste, basta clicar no ano.
Boas audições e recordações.
 
Puzzle da Amália
A música e as artes Marciais
Pensavam que os monges não bebiam?
 
Ai que Riso

Nesta terra não há rosas,

Já secaram as roseiras.

 

Ai que riso,

Ai que graça me dá,

Eu gosto de ti,

Ó ladrão vem cá

 

As rosas da nossa terra

São as mocinhas solteiras.

 

Ai que riso,

Ai que graça me dá,

Eu gosto de ti,

Ó ladrão vem cá

 

Nesta terra não há cravos,

Já secaram os craveiros.

 

Ai que riso,

Ai que graça me dá,

Eu gosto de ti,

Ó ladrão vem cá

 

Os cravos da nossa terra

São os rapazes solteiros.

 

Ai que riso …    

 

Nesta terra não Há rosas,

Que as queimou o calor.

 

Ai que riso       

 

Eu inda ontem vi uma

Ao peito do meu amor.

 

Ai que riso       

 

Nesta terra não há cravos,

Que as queimou a geada.

 

Ai que riso,

Ai que graça me dá,

Eu gosto de ti,

Ó ladrão vem cá

 

Eu inda ontem vi um,

Ao peito da minh’amada.

 

Ai que riso,

Ai que graça me dá,

Eu gosto de ti,

Ó ladrão vem cá

 

 

 

1 - 10 Seguinte

 Olá !!!

 Adiciona-me aos favoritos

 Sobre mim


Get a Voki now!

 online

 Visitas

 De onde somos visitados

 Visitantes

 Violino Inteligente

 O Pensador

 Citações de MÚSICA

 Jogos grátis

JOGOS ONLINE

Clica Aqui

e JOGA

 Imagens para pintar

 CLICA AQUI e Pinta Gifs de Música

 Dicionário AMOROSO

Sabes como se diz AMO-TE em várias línguas?

CLICA AQUI

 Citações sobre a AMIZADE

  Deuses e Heróis

 Heróis da mitologia Grega

 Amália

 Estranha forma de vida

 ‭(Oculto)‬ Hiperligações de Administração

 

Se perguntares à música
que tem para dizer,
imagens ou prodígios
a emoção mais real,
viverás bem no fundo
com o ser todo inteiro
o consolo, as respostas.
Viverás muitas vidas
ricas como tesouros.

E então, dentro de ti
Com alimento e cor
dirás um obrigado
mesmo que seja à dor.

Adelina Caravana Rigaud

 As estrelas

 Cansaço


 

 Tenho dó das estrelas
Luzindo há tanto tempo,
Há tanto tempo...
Tenho dó delas.

Não haverá um cansaço
Das coisas,
De todas as coisas,
Como das pernas ou de um braço?

Um cansaço de existir,
De ser,
Só de ser,
O ser triste brilhar ou sorrir...

Não haverá, enfim,
Para as coisas que são.
Não a morte, mas sim
Uma outra espécie de fim,
Ou uma grande razão —
Qualquer coisa assim
Como um perdão?

(Cancioneiro)

Fernando pessoa

 

 

 O Homem e a Música

 Canção

De Deus não sei. Mas quase creio
que Deus poisou nas mãos cheias de terra
de um jovem camponês de Sotto il Monte.
Por isso mando à Praça de São Pedro
não uma prece
mas a minha canção fraterna e livre
esta canção
que vai pedir-te a humana bênção
João XXIII: avô do século.

Manuel Alegre (n. Águeda, 1936

 O poder da música

 

Tem a música o poder
de tornar o homem feliz
nem há quem saiba dizer
tanto quanto ela nos diz.

António Aleixo (n. Vila Real

de Santo António 1899; m. 1949)

 

 Á procura da música

Á procura da música

 O valor das coisas

"O valor das coisas não está no tempo

 em que elas duram, mas na intensidade

com que acontecem. Por isso existem

 momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis

e pessoas incomparáveis."

 À procura do som

 A música e a poesia ‭[1]‬

“Como a poesia,

A música retrata

Os estados da alma

E as ondulações

Do coração, e

Concretiza os

Pensamentos invisíveis,

E descreve o que há

De mais belo nos desejos

E sensações do corpo”

 

Khalil Gibran

 

 

 A música e a poesia ‭[2]‬

Nova página 1

 Brindemos à harmonia

 
                    

Os mansos sons, vogais, bem definidos
Pelos duros ruídos criadores,
Produzem sinfonia, que os cantores
Espalham, pura e bela, em teus ouvidos.

Se saires ao campo, são as flores;
Se fores ao mar, os gestos repetidos;
Na mata, são os melros foragidos:
Vão cantando sem plano, nem temores.

E se ouvires cantar cantora estranha,
A gralha negra, a bela cotovia,
E, no meio de tudo, a linda azenha,

Colhe os maduros grãos dessa alegria,
Faz que a farinha mais depressa venha
E com ela brindemos à harmonia.

Manuel Aguiar (dedicado a António José Ferreira)

 Soam as cordas

                      
 
                  
 Quando soam as cordas
do seu instrumento,
doces e suaves,
então dissolvem-se as dores de quem sofre.
Da epopeia dos Nibelungos (c. 1200)

 Música amada

   

Nos salgueiros pendurei
os órgãos com que cantava.
Aquele instrumento ledo
deixei da vida passada,
dizendo: - Música amada,
deixo-te neste arvoredo,
à memória consagrada.
Frauta minha que, tangendo,
os montes fazíeis vir
p'ra onde estáveis correndo,
e as águas, que iam descendo,
tornavam logo a subir.

Luís de Camões (n. Lisboa? 1524/1525; m. Lisboa 10 Junho 1580)

 Música portuguesa

 Há uma música do povo

Há uma música do povo,
Nem sei dizer se é um fado —
Que ouvindo-a há um ritmo novo
No ser que tenho guardado…

Ouvindo-a sou quem seria
Se desejar fosse ser…
É uma simples melodia
Das que se aprendem a viver…

E ouço-a embalado e sozinho…
É isso mesmo que eu quiz…
Perdi a fé e o caminho…
Quem não fui é que é feliz.

Mas é tão consoladora
A vaga e triste canção…
Que a minha alma já não chora
Nem eu tenho coração…

Sou uma emoção estrangeira,
Um erro de sonho ido…
Canto de qualquer maneira
E acabo com um sentido!
9/11/1928

 Fernando pessoa

 

 

 :

 estrela

Nova página 1

 mip

Nova página 2
contador, formmail cgi, recursos de e-mail gratis para web site