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Portugal põe telescópios ao sol

 

Ciclo de observações começam nas açoteias algarvias

:: 2009-04-29

Depois do sol, Saturno é o protagonista
Depois do sol, Saturno é o protagonista

Já lá vai o tempo da roupa estendida nas açoteias algarvias. Este fim-de-semana, o Centro de Ciência Viva (CCV) de Faro vai dar corpo a uma nova modalidade de exposição solar. E os telescópios são as estrelas.

A tradição já não é o que era nos típicos terraços do Algarve. O CCV de Faro inicia este fim-de-semana a mais uma maratona de observações astronómicas de uma forma ‘sui generis’.

No próximo domingo, dia Internacional do Sol, a organização do Ano Internacional da Astronomia (AIA 2009) desafia os curiosos a juntarem-se na açoteia do centro algarvio para observarem o sol através de telescópios especiais. A iniciativa terá lugar das 11h30 às 12h30.

in "Ciência Hoje"

Têxteis inteligentes que combatem doenças de pele

 

:: 2009-04-29

Roupa interior para combater doenças de pele
Roupa interior para combater doenças de pele

A empresa "New Textiles" de Guimarães, iniciou a comercialização de têxteis inteligentes e roupa interior confeccionada para combater doenças de pele, prevendo facturar 300 mil euros em 2009, disse, hoje, fonte da firma.

O gestor, Pedro Pinto adiantou que a "New textiles" começou, há duas semanas, sob a marca "Skintoskin", a comercializar na rede portuguesa de farmácias e parafarmácias roupa para bebés, crianças e adultos, produzida com uma fibra composta por algodão, algas e prata.

in "Ciência Hoje"

Criada borracha que se auto-repara e repara objectos e calçado sem ajuda de cola
2008-02-20

Leibler: «Reparação pode ser repetida numerosas vezes»
Leibler: «Reparação pode ser repetida numerosas vezes»
Investigadores franceses vão divulgar amanhã a descoberta de uma matéria elástica que repara, por exemplo, pequenos objectos e calçado sem precisar de cola e que ambiciona abrir uma nova dimensão na indústria dos produtos "auto-reparadores".

A descoberta, que será divulgada na revista científica Nature, consiste na criação de uma matéria sintética a partir de um ácido gordo de origem vegetal. A substância, composta por pequenas moléculas, possibilita a construção de uma rede supra molecular, que depois de cortada recupera posteriormente a forma e a elasticidade.

em Ciência Hoje
Teste Carbono 14 permite datar artefactos e estudar alterações climáticas
2007-12-10
Menino do Lapedo «passou» pelo Carbono 14
Menino do Lapedo «passou» pelo Carbono 14
Barcos afundados no Tejo, múmias egípcias e uma arca que terá viajado com Vasco da Gama para a Índia são alguns dos artigos que o Laboratório de Radiocarbono do Instituto Tecnológico e Nuclear (ITN) ajudou a datar através do Carbono 14.

"O teste não provou que a arca viajou com Vasco da Gama mas lá que o objecto é do tempo do navegador, isso sem dúvida", revelou o investigador António Monge Soares à agência Lusa, indicando que este tipo de análise permite desde a datação de artefactos até ao estudo das alterações climáticas.

em Ciência Hoje
RECRIANDO O BIG BANG

Entrou em funcionamento no CERN (Conseil Européen pour la Recherche Nucléaire, localizado na Suíça) o Large Hadron Collider (LHC), acelerador de partículas com um anel de colisão com cerca de 27 km de circunferência e 8,6 km de diâmetro, instalado num túnel a 100 metros de profundidade, numa zona de fronteira da Suíça com a França.

in Sic On line

Empresa portuguesa cria serviço inovador para localizar pessoas em tempo real

 

Paulo Dimas
Uma empresa portuguesa criou um serviço inovador para telemóveis, semelhante a uma rede social virtual, que permite localizar pessoas em tempo real, prevendo atingir em três anos cerca de um milhão de utilizadores em todo o mundo.

"Com o 'wizi' podemos partilhar a nossa localização e saber onde se encontram amigos, familiares ou outras pessoas que estejam inseridas na nossa rede que funciona um pouco como o 'messenger'", explicou o responsável da empresa que desenvolveu o produto (Timebi), Paulo Dimas (na foto).

em Ciencia Hoje

Método inovador usa decomposição das folhas como «termómetro ecológico»

 

Manuel Graça destaca o enorme potencial para a gestão ambiental
Uma equipa de investigadores do Departamento de Zoologia da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC) participou no Projecto Europeu RivFunction, uma investigação financiada pela União Europeia no âmbito do Quinto Quadro Comunitário de Apoio com o objectivo de desenvolver uma metodologia inovadora de diagnóstico do estado ecológico dos rios. Segundo os investigadores, o novo método possibilita uma avaliação mais rápida e eficaz.

Para além da equipa da FCTUC, liderada pelo investigador Manuel Graça (na foto), participaram no projecto investigadores de oito países europeus: França, Suíça, Reino Unido, Irlanda, Roménia, Suécia, Polónia e Espanha.

Compostos cancerígenos nos cozinhados podem ser mitigados

Várias têm sido as investigações desenvolvidas na área da segurança alimentar, nomeadamente ao nível da acrilamida, uma substância potencialmente cancerígena, que se forma nos alimentos quando cozinhados a altas temperaturas.

No final de 2006, investigadores da Universidade de Mersin, na Turquia, concluíram que cozinhar batatas cortadas em ‘palitos’ no micro-ondas, a uma potência de 850W, antes da fritura resulta numa assinalável redução de acrilamida formada o nível superficial.

No estudo publicado no Journal of the Science of Food and Agriculture, da Sociedade de Química Industrial, em Londres, os investigadores demonstraram que quando as batatas são fritas depois de pré-cozinhadas no micro-ondas, o teor de acrilamida baixa 36%, 41% e 60%, caso sejam posteriormente fritas a 150, 170 e 190 graus Celsius, respectivamente.

No estudo os especialistas pré-cozinharam as batatas durante 30 segundos no microondas e fritaram-nas a 150 graus Celsius e concluíram que quando maior o tempo de pré-cozedura e menor a temperatura do óleo para fritura, menor é a concentração de acrilamida nas batatas fritas.

Mas os avanços não ficam por aqui e com o objectivo de saber mais sobre a formação desta substância e quais os verdadeiros impactos da mesma na saúde das populações, investigadores de catorze países trabalharam durante anos no projecto HEATOX (Heat-Generated Food Toxicants: Identification, Characterization, and Risk Minimization), apoiado pelo Comissão Europeia.

Os resultados do projecto, que ficou completo em Novembro de 2007, são agora apresentados e os especialistas dizem ter identificado várias formas de reduzir a quantidade de acrilamida nos alimentos, apesar de admitirem não terem encontrado um método exacta para a eliminar.

Em quatro anos de investigação, os cientistas observaram, por exemplo, que nos alimentos cozinhados em casa, a presença da acrilamida é menor em comparação com os cozinhados nos restaurantes ou em ambientes industriais.

Com base em experiências em laboratório, através do prolongamento do tempo de fermentação e do ajustamento da quantidade de azeite nos fritos semi-industriais, os investigadores conseguiram reduzir os níveis de acrilamida no pão e nas batatas, respectivamente.

Os cientistas demonstram ainda que a acrilamida não é o único composto capaz de causar danos no ADN. A equipa de investigadores conseguiu criar uma base de dados onde constam 800 compostos induzidos pelo calor, dos quais 50 são potencialmente cancerígenos devido à sua estrutura química. Compostos que serão objecto de futuras investigações científicas.
in TV Ciência on-line
Cientistas portugueses cultivam algas para indústria cosmética
 
Inovador método de cultivo em larga escala de algas em meio artificial está a ser desenvolvido pela Universidade do Algarve. Cientistas apostam no cultivo de algas para produção de cosméticos anti-caspa.
 
Asparagopsis armata é o nome da alga vermelha que está a ser cultivada em meio artificial pelo grupo ALGAE, do Centro de Ciências do Mar do Algarve (CCMAR), da Universidade do Algarve (UALG), com o objectivo de ser comercializada para o desenvolvimento de champôs anti-caspa e produtos anti-acne.

A utilização da alga vermelha pela indústria cosmética não é uma novidade, já que em França, os compostos desta macro alga já são utilizados na produção de champôs anti-caspa, devido à sua acção anti-bacteriana.

A novidade na investigação portuguesa é «conseguir cultivar a alga de forma a maximizar a sua produção e os compostos dela extraídos», afirma Leonardo Mata, investigador da UALG, em declarações à TV Ciência On line.

O cientista adianta que a mais valia deste método desenvolvido na Universidade do Algarve «é que permite produzir mais algas em menos tempo». Sendo que este processo de cultivo permite produzir por cada metro quadrado aproximadamente 128 quilos de algas por ano.

Os investigadores do grupo ALGAE/UALG desenvolvem o cultivo destas algas vermelhas «em tanques de água salgada que é proveniente da piscicultura e contém nutrientes inorgânicos dissolvidos carregados de azoto, fósforo e carbono», explica o cientista.

Leonardo Mata adianta ainda que, «são estes nutrientes que servem de alimento às algas e permitem duplicar o crescimento das mesmas em comparação com o seu desenvolvimento em meio natural».

Para além disso, o cientista sublinha a importância destas algas como meio de ‘limpeza’ das águas, já que «ao alimentarem-se dos nutrientes inorgânicos da água, as algas removem, por ano, dos efluentes das pisciculturas cerca de dois quilos de azoto e onze de carbono».

Leonardo Mata adianta que através deste processo «existe uma mais valia ambiental proveniente desta alga, porque permite uma redução da emissão de azoto e carbono para o meio ambiente».

Quando atingem a dimensão desejada, as algas passam depois por um processo de congelação e liofilização através do qual são extraídos os compostos anti-bacterianos activos contra determinados organismos.

Para uma futura aplicabilidade e valorização da biomassa produzida a partir das algas vermelhas, os cientistas do grupo ALGAE já estabeleceram uma parceria com Instituto Nacional de Engenharia Tecnologia e Inovação (INETI).
(TV Ciência On line)
Halo da Via Lactea tem duas partes que giram em sentidos opostos e têm composições químicas diferentes

 

O halo da Via Láctea é constituído por duas partes, que giram em sentidos opostos em relação ao centro e têm composições químicas diferentes, revelando que a galáxia não se formou numa única etapa, revela um estudo na Nature.

Enquanto que o Sol faz parte de um disco de estrelas que orbitam em redor do centro da galáxia a 800.000 km/h, "o halo interior (até 50.000 anos-luz do centro da galáxia) gira na mesma direcção mas mais lentamente que o disco, a apenas 80.000 km/h", explica Timothy Beers, Daniela Carollo e os seus colegas do programa de exploração do céu Sloan Digital Sky Survey (SDSS).
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