20-11-2008
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Evitar o uso de flashes ou luzes directamente nos olhos dos animais.
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Não fazer muito barulho.
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Não atirar objectos na direcção dos animais.
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Não tentar perseguir um Golfinho durante muito tempo.
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Não ter receio da aproximação de um Golfinho na sua direcção, pois ele não faz mal... ao contrário dos Tubarões.
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Não assustar / afugentar o Golfinho: deve manter os braços juntos às costas e nadar sem fazer movimentos bruscos ou repentinos.
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Não tocar no Golfinho em caso algum, pois pode assustar-se: Não pense que está no Zoomarine !
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Se o Golfinho se mantiver perto de si, é sinal que quer Brincadeira ! Aí sim, pode brincar com ele, imitando os seus movimentos... Os Golfinhos adoram isso !

O Boto Cor-de-Rosa é um dos mamíferos aquáticos mais característicos da Amazónia. Vive especialmente em águas relativamente rasas, onde procura, de preferência, peixes de couro tais como o tamuatá e o bagre. Consegue nadar até dentro da floresta inundada na época da cheia e se locomover sem problemas nas águas turvas da região.

A Orca é o maior dos Delfinídeos e um dos cetáceos mais bem adaptados ao cativeiro, sendo exibidos em oceanários de vários locais do Mundo. Distinguem-se três tipos de populações: as residentes ou sedentárias, as nómadas ou transeuntes e as oceânicas ou do largo. Não é muito frequente em Portugal, mas ocasionalmente podem ser vistos grupos que ficam por curtos períodos nas imediações das ilhas dos Açores.
O Golfinho-Comum é o cetáceo mais comum ao longo das costas Portuguesas, incluindo a Madeira e os Açores. Nos Açores são vistos durante todo o ano, sendo uma das espécies mais comuns. Em grande parte dos avistamentos feitos durante a Primavera e o Verão, tem sido constatada a presença de crias.

O Roaz-Corvineiro, também conhecido por Golfinho Nariz de Garrafa, é talvez a mais famosa e conhecida espécie de golfinho no mundo inteiro. Não somente por ser a espécie do famoso Golfinho do programa de TV "Flipper", mas também em função da sua distribuição ao longo de águas costeiras e oceânicas de todos os mares do Mundo. Portugal é um dos únicos locais do Mundo onde existem grupos de Roaz-Corvineiro a viver em estuários, na proximidade do Homem. O estuário do Sado (Setúbal) é disto um bom exemplo.

Os Golfinhos dos Rios estão adaptados para a água fresca, e por esse motivo, conseguem viver constantemente nos rios. Os seus corpos são flexiveis e ideais para perseguir as suas presas, algumas das vezes em rios bastante estreitos e de caudal sinuoso.
Estes mamiferos caçam sozinhos ou em grupos de 2 ou 3, e alimentam-se de peixe basicamente. Estes golfinhos possuem uma longa fila de dentes, que os ajuda a mastigar os peixes, alguns possuem uns molares próprios para esmagar pequenos mariscos.
Três das espécies de golfinhos de rio são quase cegas, e apenas contam com o seu sonar para encontrar alimento e navegarem.
A principal ameaça para estes golfinhos, é a poluição dos rios onde vivem. Em muitos dos países onde estes mamiferos se encontram - China, India, Paquistão e America do Sul - a população foi apoderando-se dos terrenos à volta dos rios, e retirado a maior parte dos seus recursos, contudo os golfinhos sobrevivem apenas pelas crenças destas mesmas pessoas. Estes mamiferos são considerados lendas, e presságios.

A maior familia de golfinhos, são mais de 12 espécies diferentes. Muitos dos golfinhos oceanicos passam a maior parte do tempo, deslocando-se no oceano, cobrindo vastas áreas de mar, longe da costa. Muitas espécies estão distribuídas pelo Mundo.
Algumas dessas espécies, ocasionalmente, percorrem os rios e vivem lado a lado com os verdadeiros golfinhos de rio.
Os golfinhos oceanicos, tipicamente maiores que os de rio, diferem imenso em tamanho conforme as espécies. O golfinho oceanico mais pequeno tem 1.4 a 1.8 m de comprimento e pesa entre 36kg e 45kg. O golfinho oceanico maior é a Orca, que mede mais de 9.8m e pesa cerca de 5000Kg, sendo maior do que algumas espécies de baleias.
Os factores que ameacam estes golfinhos são vários e variam de espécie para especie. Os que vivem perto da costa sofrem o efeito da poluição, o perigo da navegação de embarcações e as redes de pesca. Aqueles que vivem longe da costa, também têm problemas... o mais grave de todos são as redes de pesca do atum, visto que os golfinhos viajam muitas vezes com este peixe.

Os predadores dos golfinhos são os tubarões, as orcas e o ser humano. Os pescadores de atuns, costumam procurar os golfinhos, que também os caçam, ocasião em que ocorre um mutualismo. O golfinho encontra o cardume e os pescadores atiram as redes aprisionando os peixes e deixam os golfinhos alimentarem-se para depois puxarem as redes. Desse modo, ambas as espécies se beneficiam do alimento. Porém muitas vezes os golfinhos podem enroscar-se nas redes, podendo, por vezes morrer.

Os golfinhos ou delfins são animais mamíferos cetáceos pertencentes à família Delphinidae. São perfeitamente adaptados para viver no ambiente aquático, existem 37 espécies conhecidas de golfinhos, dentre os de água salgada e água doce. A espécie mais comum é a Delphinus delphis.
São nadadores privilegiados, às vezes, saltam até cinco metros acima da água, podem nadar a uma velocidade de até 40 km/h e mergulhar a grandes profundidades. Sua alimentação consiste basicamente de peixes e lulas. Podem viver de 25 a 30 anos e dão à luz a um filhote de cada vez. Vivem em grupos, são animais sociáveis, tanto entre eles, como com outros animais e humanos.
A sua exelente inteligência é motivo de muitos estudos por parte dos cientistas. Em cativeiro é possível treiná-los para executarem grande variedade de tarefas, algumas de grande complexidade. São extremamente brincalhões, pois nenhum animal, exceto o homem, tem uma variedade tão grande de comportamentos que não estejam diretamente ligados às atividades biológicas básicas, como alimentação e reprodução. Possuem o extraordinário sentido de ecolocalização ou biosonar ou ainda orientação por ecos, que utilizam para nadar por entre obstáculos ou para caçar suas presas.

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